2 de abril de 2008

Após a leitura do texto “Informática Educativa no Brasil: uma história vivida, algumas lições aprendidas” de Maria Candida Moraes, pude compreender como ocorreu a evolução tecnológica no Brasil, bem como suas vantagem no desenvolvimento das crianças e no ambiente escolar.
Pude também ratificar a importância dos recursos tecnológicos em nossa sala de aula. Ter acesso ao uso de computadores e internet, não é mais algo constrangedor. A maioria das pessoas já têm acesso a estes, seja em casa, nas escolas, em Lan Houses...
Cabe a nós educadores utilizá-los de forma coerente para que os resultados sejam positivos.
Como cita César Brod:
“Crianças que têm acesso à tecnologia têm acesso a muitas outras coisas que colaboram com seu crescimento pessoal e intelectual”.
Assim como algumas colegas, não posso deixar de citar meus constrangimentos em frente a este novo desafio. Não foi fácil, mas com a ajuda de colegas, consegui concluir esta etapa.

17 de janeiro de 2008

Escola e o Projeto Político Pedagógio

Esta interdisciplina me fez repensar a vivência escolar e o que observo dentro daquilo que os professores esperam em termos de escola ou ideais de educação. A distância existente entre o currículo aplicado nas escolas e as reais necessidades da comunidade na qual está inserida. Segundo Paulo Freire, os professores devem assumir um papel responsável na formação dos propósitos e condições de escolarização.
Acredito que, todos nós educadores, possuímos um ideal comprometido com a pesquisa e a transformação. Faltam-nos, com certeza, tornar o pedagógico mais político e o político mais pedagógico e pensarmos, juntos, meios que possibilitem a mudança educacional necessária, idealizada por Paulo Freire.
Na questão da avaliação o que e como se avalia deverá estar condicionado pelas competências, habilidades, conhecimentos que o currículo privilegia.
A Avaliação no meu pequeno entendimento deve ser construída de modo a caracterizar: Predomínio dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos e dos resultados ao longo do processo sobre os circunstanciais (testes e provas); Inclusão da reorientação de estudos para os alunos com dificuldades de aprendizagem; Acompanhamento processual a respeito do desenvolvimento do educando; Predominância dos aspectos formativos sobre os somativos.
Assim como a educação é um fator de mudanças e renovações, o PPP não deve ser um planejamento pronto e definitivo, deve ser flexível e adequar-se as necessidades e a realidade da escola. Confesso que somente nos últimos anos é que posso dizer que tomo conhecimento da construção do PPP(projeto político pedagógico) das escolas.
Antes imaginava que tal tarefa(a construção do PPP)deveria ficar a cargo da Direção da escola, mais especificamente a Supervisão, cabendo aos professores se incumbirem da melhor maneira, com didáticas coerentes e bem aplicadas, de desenvolverem os conteúdos nas determinadas séries. Hoje, vejo o quanto a discussão e elaboração em grupo é importante, pois serão resolvidos é neste momento que serão discutidos os obstáculos que surgem no caminho, pois somos responsáveis por isso ,no momento em que o PPP está ligado a um processo que busca expressar a identidade da escola.

21 de dezembro de 2007

Interdisciplina de Artes

A interdisciplina de artes contribuiu para mudar minha visão sobre artes, principalmente após a visita à Bienal. Na minha concepção arte não passava de belos quadros, algumas pinturas e formas...
Durante a visita os trabalhos de Jorge Machi chamaram-me atenção pois suas obras expressam elementos do dia-a-dia, sons, luzes, histórias, formas, não se prendendo apenas a pintura.Aprendi também que para compreender uma obra de arte é preciso saber quem foi o artista da obra, onde e em que época viveu, quais as causas que escolheu este ou aquele elemento, assim é necessário tentar enxergar o que está por trás das palavras, dos sons, dos gestos, das linhas e das cores. Compreender uma obra nem sempre é tão fácil exige reflexão, e estudos.

19 de dezembro de 2007

A importância da Música na Sala de Aula

A interdisciplina de música trouxe-me uma visão crítica acerca das músicas que estamos acostumados a escutar, mostrando a influencia que a indústria fonográfica tem sobre nós. Na escola é freqüente ver as crianças cantando músicas que tocam nas rádios locais, normalmente funk, e sertanejo, algumas dessas músicas abordam temas vulgares, principalmente o funk.
Após ler o texto “Porcaria de Música” e refletir sobre o que costumamos ouvir, reportei-me a um curso que participei, onde um dos palestrantes mencionou alguns filmes da Disney que foram proibidos nos EUA por conterem informações implícitas sobre sexo, essas informações é a chamada Comunicação Oculta, são informações que se recebe abaixo da nossa consciência, isto acaba induzindo a fazer determinadas atividades, pela rapidez e repetição que essas informações chegam a nossa mente. Acredito que assim como os filmes a música também influencia determinadas atitudes, devido a repetição e rapidez que nos é apresentada fica gravada em nosso inconsciente.
Agora percebo o cuidado que devemos ter no momento em que levamos filmes e música para sala de aula, acreditava que trabalhar música não passava de fazermos ritmos na sala de aula, criar coreografias. O texto “História da Música Popular Brasileira para Crianças” me orientou mostrando diferentes alternativas de trabalharmos a música, além de realizar atividades envolvendo ritmos, concentração, trabalhamos a nossa cultura, a história do nosso povo, a poesia, a arte. Os alunos tiveram contato com a história de compositores consagrados, foi interessante contar a historia e perceber a interação e motivação dos educandos em conhecer um pouco da nossa musica.

15 de dezembro de 2007

As Interdisciplinas

As interdisciplinas fizeram-me construir e refletir sobre os referenciais teórico-práticos, assim orientando-me e fazendo com que minha conduta sofresse alterações, também auxiliando a renovar e ressignificar minha visão e atuação como educadora e pessoa.
Sempre procurei diversificar as aulas, costumava e costumo realizar algumas atividades que envolvam teatro, jogos, música e artes, mas confesso que ao trabalhar esses “conteúdos”, em muitos momentos as atividades foram um tanto mecânicas, mera reprodução de sons, imagens, formas, não havendo interação.
O teatro era trabalhado em datas especiais, não havendo continuidade deste trabalho. Ao ler os materiais proposto, participar das atividades de teatro realizadas nas aulas presenciais, e do seminário de teatro que aconteceu na escola em que atuo, percebi que podemos trabalhar o teatro de forma diferenciada, utilizando jogos teatrais, desenvolvendo a expressão corporal onde haja livre iniciativa, exploração e descoberta tanto individual quanto grupal.
É importante salientar a necessidade de dar continuidade a esse trabalho, para que os objetivos sejam realmente alcançados. O teatro é de fato uma prática educativa, usada para aquisição de determinados conhecimentos, que contribui para o desenvolvimento de certas habilidades e favorece o relacionamento e a interação entre os alunos.

10 de dezembro de 2007

Reflexões sobre o Lúdico

Quando realizava as leituras sobre as questões que da ludicidade não tinha clareza do que seria trabalhar o lúdico na sala de aula.
Neste momento já posso perceber que o brincar na sala de aula tem uma importância significativa para o ato de aprender. Não basta o aluno utilizar jogos o que importa é que se sinta desafiado a estabelecer relações com a sua realidade, expressando na brincadeira sua maneira de pensar e agir, estruturando o seu conhecimento de uma forma prazeirosa.
Também é importante salientar minha percepção, ao ver a entrevista da professora Tânia Fortuna, percebi que há um caráter importantíssimo de se resgatar o brincar na sala de aula envolvendo também as famílias proporcionando atividades onde pais e filhos possam trocar experiências, se integrando através de brincadeiras , para que fique claro para eles, que podemos aprender muito e desenvolver nossas potencialidades através do brincar.

7 de dezembro de 2007

Síntese do filme "Doze Homens e uma sentença"

Após assistir ao filme “Doze Homens e Uma Sentença” e participar do fórum onde aconteceram discussões pertinentes, foi possível fazer uma reflexão acerca de atitudes e conceitos que temos, e no que isto implica em nossas vidas. Ao analisar as discussões, os conceitos apresentados sobre Evidencias e Argumento, foi possível notar que mesmo que o real conceito de evidência seja algo, claro, incontestável, todas acreditam que evidência pode ser algo questionável, mas “nem sempre as evidências são provas exatas”, assim não sendo uma verdade absoluta. E que bons argumentos nos fazem refletir, questionando o que temos como algo certo, esses argumentos nos fazem ir em busca de novas evidências, assim buscando respostas mais fundamentadas. Isso aplica-se em nosso dia-a-dia que por inúmeras vezes julgamos fatos, situações sem pensar nas conseqüências, como mostra no filme muitos de nós temos conceitos formados, muitos de caráter preconceituoso, antes de julgarmos faz-se necessário pensar e repensar sobre o que estamos falando, para que nossas conclusões não venham prejudicar a outros.