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14 de junho de 2009

Índios e Negros no Brasil

A interdisciplina Questões Étnicos Raciais na Educação, Sociologia e História esta proporcionando uma nova visão de como trabalharmos, na sala de aula, a história e cultura do nosso povo, da nossa identidade e ancestralidade. Ao tratarmos a temática do negro e do índio, muitas vezes estes temas não ganham profundidade e nem o cuidado necessário, colaborando, assim, para que as crianças criem noções equivocadas. Em relação ao negro, por exemplo “nosso conhecimento começa na entrada do negro no Brasil, como escravizado, mercadoria, descalço, semi-nu e selvagem. É conhecido de poucos a história do africano livre, senhor de sua vida, produtor de sua cultura”, quanto ao índio, acreditamos que todos possuem os mesmo hábitos e costumes, não conhecemos as etnias indígenas no Brasil tão pouco sabemos as grandes diferenças entre estas etnias. É preciso que haja um maior esclarecimento em relação à diversidade cultural dos povos afros e indígenas.
Desta forma devemos colaborar na construção de novos conceitos da representação étnica em que índios e afro-descentes possam ser orgulhosamente incorporados no contexto social. “Assim, estaremos estabelecendo um novo patamar, em que se apresentará a imagem equilibrada e justa de um país que deve orgulhar-se de ser o que é: um grande mosaico de raças e culturas”.

13 de junho de 2009

Comentário sobre o texto: OS ÍNDIOS NO BRASIL QUEM SÃO E QUANTOS SÃO

A leitura do texto “OS ÍNDIOS NO BRASIL QUEM SÃO E QUANTOS SÃO”, escrito pelo representante do povo Baniwa, Gersen dos Santos Luciano, proporcionou o conhecimento de novos dados sobre a população indígena brasileira, sua cultura e também sua realidade na sociedade desde o primeiro contato com o branco. Os tópicos apresentados no texto foram bastante proveitosos já que muitos deles são novos e trazem informações mais detalhadas sobre o assunto, ou seja, tópicos pouco trabalhados na realidade escolar. Há também que se citar os conceitos entre índio que “significa falar de uma diversidade de povos, habitantes originários das terras conhecidas na atualidade como continente americano” e indígena tão bem diferenciado no texto bem como a idéia do que seria caboclo, conforme o texto “caboclo seria aquele que nega sua origem nativa, mas que por não poder ainda se reconhecer branco se identificava com o mais próximo possível do branco”.

Por fim cabe salientar que seria de grande valia que estes conceitos fossem melhor trabalhados nas escolas e que fossem melhor debatidos desde as séries iniciais para que assim formássemos estudantes mais conscientizados e esclarecidos sobre a cultura indígena.